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Ao meu sentir, como não poderia deixar de ser, é uma música que fala menos de política e mais de legados - por mais que seja inevitável o pensamento político em relação à ela. Uma música que sensibiliza mais pelo saudosismo do que pela violência - por mais que também fale de violência. Uma música que é quase uma entrega, nas mãos dos novos músicos, no colo dos novos tipos de música, da responsabilidade de se fazer música. Uma música que é um olhar particular sobre o que ainda resta de música brasileira e sobre as possibilidades não-preconceituosas de músicas outras - por mais que não se furte à responsabilidade de apontar o próprio gosto musical dos compositores. Não sinto senão como uma música de responsabilidade, de entrega, de sentimentos advindos da pele, do olhar, do sorriso; cada ouvinte sentindo, olhando e tateando da sua maneira.
[Escrito após o diálogo com Marcelo Mayora]
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Música bem chata.
ResponderExcluirA música não precisa falar sobre política para ser política.
Se tá procurando algo bom, e novo, na MPB, dá uma ouvida no Arnaldo Antunes, no Marcelo Camelo, no Cordel do Fogo Encantado...
Também podes ouvir o Mano Brown, o MV Bill e outros rappers.
Não acho nada chata essa música. Gosta bastante, aliás! Ando escutando Arnaldo Antunes também. Gostei! Mas O Marcelo Camelo, apesar das declarações levinasianas, pareceu-me uma música ruim. Mas... Gosto é gosto!
ResponderExcluirOutra: não estou procurando algo bom. Escuto "algos" bons... e isso basta!
Tô querendo de incomodar mesmo, porque de palminhas tu já deves estar cheio. dale dale
ResponderExcluirmúsica chata (2)
ResponderExcluir:-)
MUITO chata!! :P
ResponderExcluirPan, tá faltando MALDADE a essa tua música.
ResponderExcluirAproveito o último comentário do Mox, para dizer o que desejo: tá faltando encontrar REALMENTE a diferença...
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