Já que a presença é impossível, deseja-se ainda mais o insustentável presenteísmo - que acaba sendo uma caricatura da realidade vivida propriamente fora da presença, isto é, na liquidez. Ora, a fuga do despótico é o imperativo do déspota, pois o
medo...
Muito lindo, de fato o medo é praticamente o sustentáculo de qualquer tragicidade. De igual forma, não é outra coisa que não o medo o sustentáculo de qualquer romantismo. Viver sem medo é promessa divina. Como ainda não conheci o senhor, prefiro pensar que é impossível saber quem tem mais medo. E arriscar.
ResponderExcluirSim, o medo move a humanidade, creio. Se não fossemos movido pelo medo, questionariamos os costumes que regem as normas das condutas humanas?! Seria uma evoluçao do homem ou apenas um ciclo. Ha seria o medo, manifestaçao da adrenalina como um vício constante? senão, pq arriscar?
ResponderExcluirLiquidez, em contraposição ao amor romântico do vovô, da vovó e da amante? Fico com as mentiras sinceras e líquidas do seja eterno enquanto dure.
ResponderExcluirPosto que é chama.
ResponderExcluirsorte de quem acha o amor romantico (da vovó?) no meio da liquidez!
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