Resquício de suspiro criminológico
A figura abaixo é uma expressão cinematográfica recente da tensão de valores apresentada na obra Outsiders, de H. Becker. Trata-se do Curinga, personagem do último “Batman”. Sabe-se por ampla divulgação midiática que ao mesmo tempo em que o Curinga encarna os valores vinculados à maldade, à feiúra e à inverdade ele teve muito boa recepção crítica e social especificamente em relação a este filme, diferentemente dos outros filmes e/ou seriados em que ele também se opõe ao personagem principal que dá nome a película.
Comente a crítica que a teoria do etiquetamento produziu frente ao positivismo criminológico, utilizando essa metáfora do Curinga como representação do que significa maldade, feiúra e inverdade.
Comente a crítica que a teoria do etiquetamento produziu frente ao positivismo criminológico, utilizando essa metáfora do Curinga como representação do que significa maldade, feiúra e inverdade.

MENTIRA!!! Nao foi apenas NESSE.
ResponderExcluirEu torci para o Coringa em TODAS as versoes de "Batman" que eu ja vi.
Do Adam West, passando pelo Michael Keaton e, logicamente, ano passado.
O Batman trazido para as telas sempre foi a face mais "Bundao" do mesmo e por isso fica SEMPRE facil de se "reconhecer" nesse GRANDE outsider da ficcao moderna
Sr. GD, o senhor és o Batman...
ResponderExcluirConfesso que colei:
ResponderExcluir“Esses dois níveis de análise dão à abordagem interacionista, nas atuais circunstâncias, um caráter radical. Ao fazer de empreendedores morais (bem como daqueles a quem eles procuram controlar) objetos de estudo, essas análises violam a hierarquia de credibilidade da sociedade. Elas questionam o monopólio da verdade e “toda a história” sustentada pelos que ocupam posições de poder e autoridade. Sugerem que precisamos descobrir por nós mesmos a verdade sobre fenômenos supostamente desviantes, em vez de confiar em relatos oficiais certificados que deveriam ser suficientes para qualquer bom cidadão. Adotam uma postura relativística diante das acusações e definições de desvio levantadas por pessoas respeitáveis e autoridades constituídas, tratando-as como matérias prima de análise da ciência social, e não como afirmações de verdades morais inquestionáveis.” (Outsiders, p. 207)