sexta-feira, 3 de julho de 2009

O Bizarro Delírio Planetário
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Contemporaneamente é ainda possível coadunar as pesquisas criminológicas mais críticas com a existência da polícia? O que significa a existência de força armada para controlar a criminalidade/criminalização? Ainda é possível existir isso? Como podem todos os argumentos críticos não terem sido suficientes para extingir a polícia? Como pode uma instituição fundamentalmente assassina existir se o assassinato é o que há de mais pérfido e condenável? Se todos os criminólogos que se intitulam críticos já deslegitimaram a atuação policial frente a resolução criminal, se a atuação policial significa "bizarro" em termos de "proteção" social e ao mesmo tempo significa "morte" em termos de realidade atuante, como ainda os CIVILIZADOS, DEMOCRÁTICOS, mantidos sob o jugo do ESTADO DE DIREITO, ainda não lutaram para acabar com essa instituição pérfida?
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3 comentários:

  1. Certamento algo que terías que responder é como proteger a vítima (real e concreta).

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  2. Pensem(os), ó críticos, em como proteger a vítima, pois atualmente ela é duplamente violentada.
    Chega de estar frente ao abismo, olhar o enorme buraco e voltar caminhando e cantando como se tudo fosse apenas um belo desfile, um "cortejo triunfal".

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  3. Existe e deve ser sempre e histericamente relembrada, a dupla vitimização. Mas ela nem sempre acontece. E pra esses momentos em que existe uma proteção, falemos também do que pode substituir. Agora, se necessário fosse escolher, eu abdicaria da proteção.

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