segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Ebulição do Mundo Interior...

"Há um abismo defronte às palavras. Elas riem, pois, ao contrário do que parece, não temem cair. Invertendo a lei da gravidade elas são impulsionadas desse vazio cheio de algo, mascarando imediatamente outro algo. Outros algos. Do escondeirijo para o escondido perceptível, perecível, perspectivo: o silêncio não é surdo, nem mudo."
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ACP
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5 comentários:

  1. A palavra que é a nossa porta de entrada para o mundo é, também, a saída e inscrição de nós mesmos em um entre-lugar que está entre a nossa animalidade e a brutalidade do real.

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  2. Eu SINCERAMENTE gostaria de saber de onde vem e principalmente PARA ONDE vao esses excertos "ACP" que por vezes aqui aparecem.

    Claro: pensando, elogiosamente, que eles DEVEM (e MERECEM) ir para algum lugar.

    Lugar MESMO (no definir de um senso comum - teorico), e nao um "entre-" ou um "Nao-".

    :)

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  3. Mox, gracias pelo complemento e pela sensibilidade na leitura!
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    G.D., esses excertos vem de um lugar-vazio-cheio-de-algo. Pra onde vão? Pra outros vazios-cheios-de-algo. Valeu pelo elogio!
    Os excertos de ACP são interpretações dos textos e sentimentos do Juriká; são também diálogos com Frankenstein - que postou aqui outro dia...

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  4. Mas é foda esse tal de ACP! Hj mesmo comprei um livro dele ;-)

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Deguste e devaneie...