quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Sutil Violência Contemporânea, ou: sobre a alergia e a alegria dos carrascos...

Talvez tenha existido tempo em que o contato com as flores significava mais do que o contato com um objeto. Talvez tenham havido sensibilidades que reconheciam e diferenciavam os cheiros das flores. Talvez, ainda, houve tempo em que as delicadezas das flores significavam, cada uma, olhares diferentes ao admirador; inclusive e, talvez, por mais estranho, ao comprador. Apesar, porém, dos redemoinhos ainda há tempo para as flores - expostas fragilmente diante dos vendavais e das brutalidades dos pseudo-admiradores contemporâneos.
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ACP
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Um comentário:

Deguste e devaneie...