Entretanto, a delicadeza do partir emerge como um rabisco, cuja alegria indica, na imaginação infantil, o oposto daquilo que árvores, montanhas e pássaros podem significar para a leitura materna. Assim o tempo do choro, a distância alucinada, o amor eternizado...
ACP
E estamos sempre partindo para algum lugar nenhum.
ResponderExcluir...ainda que a distância sensível seja o desejo dos mais puros sentimentos.
ResponderExcluirOu tu e o "anonimo" acima trabalham em dupla, eu tu mesmo se trata do "anonimo" ou voces tem de ser apresentados urgentementes, eis que o complemento fica perfeito e engrendra bela poesia.
ResponderExcluirDia desses assisti "Lavoura Arcaica", de L. F. Carvalho, baseado na obra de Raduan Nassar (presente da Natalia).
Me lembrei do filme AGORA, por causa desse teu trecho e da linguagem que ele utiliza. Assiste o filme: TUDO (ou quase) chega lindamente metaforizado aos olhos do espectador e o cara nao concede NADA de mao beijada. Intenso e bonito